Apneia do sono: sintomas, diagnóstico, tratamento e uso do CPAP

Apneia do sono é um distúrbio respiratório caracterizado por interrupções ou reduções repetidas da respiração durante o sono. Essas alterações podem fragmentar o descanso, reduzir sua qualidade e provocar sintomas que muitas vezes aparecem durante o dia, como cansaço, sonolência e dificuldade de concentração.

Um dos desafios é que a própria pessoa nem sempre percebe o que acontece enquanto dorme. Ronco intenso, pausas respiratórias observadas por outra pessoa e episódios de engasgo ou falta de ar durante a noite podem ser sinais importantes, mas o diagnóstico não deve ser feito apenas com base nos sintomas.

A investigação envolve avaliação de um profissional de saúde e, quando indicado, um exame do sono. Depois do diagnóstico, o tratamento pode incluir mudanças de hábitos, dispositivos intraorais, terapia com pressão positiva como CPAP ou APAP e outras abordagens, de acordo com o tipo e a gravidade da condição.

Resumo rápido: ronco não significa automaticamente apneia do sono, e nem toda pessoa com apneia precisa utilizar o mesmo tratamento. O caminho correto é identificar os sinais, realizar avaliação adequada, confirmar o diagnóstico e então definir a terapia mais apropriada.

O que é apneia do sono?

Durante o sono, a respiração normalmente continua de forma automática e regular. Na apneia do sono, episódios repetidos interferem nesse processo.

Existem diferentes tipos de apneia, e entender essa diferença é importante porque as causas e o tratamento podem mudar.

Apneia obstrutiva do sono

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é o tipo mais comum. Ela acontece quando a passagem de ar pelas vias aéreas superiores fica parcial ou totalmente bloqueada durante o sono.

Durante esses eventos, a pessoa continua realizando esforço respiratório, mas o ar encontra dificuldade para passar adequadamente.

O organismo pode reagir com pequenos despertares que ajudam a restabelecer a respiração. Quando isso se repete várias vezes ao longo da noite, o sono pode ficar fragmentado mesmo que a pessoa não se lembre de ter acordado.

Apneia central do sono

Na apneia central, o problema é diferente. O cérebro deixa temporariamente de enviar os sinais necessários para que os músculos responsáveis pela respiração trabalhem normalmente.

Como a causa é distinta da obstrução física das vias aéreas, a avaliação e o tratamento também podem seguir caminhos diferentes.

É possível existir mais de um mecanismo?

Sim. Existem situações em que características obstrutivas e centrais podem aparecer no mesmo paciente. Por isso, não é adequado escolher sozinho um aparelho ou uma pressão apenas pela presença de ronco ou de pausas respiratórias percebidas durante a noite.

Quais são os principais sintomas de apneia do sono?

Os sintomas de apneia do sono podem ocorrer tanto durante a noite quanto durante o dia. Alguns são percebidos pelo próprio paciente; outros são identificados primeiro por quem dorme próximo.

Entre os sinais que podem aparecer durante o sono estão:

  • ronco frequente ou intenso;
  • pausas respiratórias observadas por outra pessoa;
  • respiração que parece parar e recomeçar;
  • engasgos ou sensação de falta de ar durante o sono;
  • despertares frequentes;
  • sono agitado.

Durante o dia, podem ocorrer:

  • sonolência excessiva;
  • cansaço mesmo após várias horas na cama;
  • dificuldade de concentração;
  • redução da atenção;
  • dor de cabeça ao despertar em algumas pessoas;
  • boca seca ao acordar;
  • irritabilidade ou alterações de disposição.
Atenção: esses sintomas não confirmam sozinhos a presença de apneia. Outras condições também podem produzir cansaço, sonolência ou alterações do sono. A confirmação depende de avaliação adequada.

Roncar significa ter apneia do sono?

Não.

O ronco pode existir sem apneia do sono. Ao mesmo tempo, o ronco intenso e habitual pode fazer parte do conjunto de sinais que justificam uma investigação, principalmente quando vem acompanhado de pausas respiratórias percebidas, engasgos noturnos ou sonolência excessiva durante o dia.

O Ministério da Saúde orienta considerar a suspeita clínica de síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono quando aparecem combinações de achados como ronco, sonolência diurna excessiva e pausas respiratórias presenciadas por outra pessoa.

O ponto principal é: ronco pode ser um sinal, mas não é um diagnóstico.

Quem pode desenvolver apneia do sono?

A condição pode ocorrer em diferentes perfis de pessoas. Alguns fatores podem aumentar o risco de apneia obstrutiva do sono, mas a ausência deles não exclui a possibilidade do distúrbio.

Por isso, não é correto pensar que apenas um determinado tipo de pessoa pode apresentar apneia.

Na avaliação clínica, o profissional pode considerar sintomas, características das vias aéreas, histórico médico, uso de medicamentos, peso corporal, outras condições de saúde e informações relatadas por quem convive com o paciente.

Quando procurar avaliação?

Vale conversar com um profissional de saúde quando existem sinais recorrentes que levantam suspeita de um distúrbio respiratório do sono.

Alguns exemplos são:

  • ronco intenso associado a pausas respiratórias;
  • engasgos ou despertares frequentes com sensação de falta de ar;
  • sonolência excessiva durante o dia;
  • cansaço persistente apesar de tempo aparentemente suficiente de sono;
  • relatos frequentes de que a respiração para durante a noite;
  • dificuldade de atenção ou concentração associada a sono não reparador.

O profissional poderá avaliar se os sintomas justificam investigação adicional e qual tipo de exame é mais apropriado.

Como é feito o diagnóstico da apneia do sono?

O diagnóstico normalmente começa com uma avaliação clínica. O profissional reúne informações sobre sintomas, histórico, fatores de risco e características do sono.

Questionários podem ajudar na triagem, mas não substituem o diagnóstico.

Quando existe indicação, é utilizado um teste objetivo do sono.

O que é polissonografia?

A polissonografia é um exame utilizado na investigação de distúrbios do sono e pode registrar diferentes sinais fisiológicos durante o período em que o paciente dorme.

Dependendo do tipo de estudo, podem ser avaliados parâmetros como:

  • fluxo respiratório;
  • esforço para respirar;
  • saturação de oxigênio;
  • frequência cardíaca;
  • atividade cerebral;
  • movimentos corporais;
  • estágios do sono.

Existem estudos realizados em laboratório e testes domiciliares utilizados em situações específicas. A escolha do exame depende do quadro clínico e deve ser feita por profissional habilitado.

Caminho da suspeita ao diagnóstico da apneia do sono com sinais, avaliação, exame do sono e tratamento
Caminho da suspeita ao diagnóstico da apneia do sono com sinais, avaliação, exame do sono e tratamento.
Importante: testes domiciliares podem ser úteis em determinados adultos com suspeita de apneia obstrutiva, mas não devem ser usados como autoteste genérico para qualquer pessoa. A necessidade e a interpretação do exame devem fazer parte de uma avaliação médica.

O que significam apneia leve, moderada e grave?

Nos exames do sono, um dos parâmetros utilizados para avaliar a presença e a intensidade de eventos respiratórios é o número médio de apneias e hipopneias por hora.

Em adultos, uma classificação frequentemente utilizada considera:

ClassificaçãoEventos respiratórios por hora
Abaixo do limiar para AOSMenos de 5
Leve5 a 14
Moderada15 a 29
Grave30 ou mais

Essa classificação é uma parte da avaliação. O tratamento não deve ser escolhido apenas olhando um número isolado. Sintomas, tipo de evento respiratório, condições associadas e outros elementos clínicos também podem ser relevantes.

Apneia do sono tem tratamento?

Sim. Existem diferentes abordagens disponíveis, e a escolha depende do diagnóstico e das características individuais.

Entre as possibilidades que podem fazer parte do tratamento estão:

  • mudanças de hábitos e estilo de vida;
  • controle de fatores relacionados ao peso quando indicado;
  • mudanças de posição durante o sono em casos selecionados;
  • dispositivos intraorais;
  • terapia com pressão positiva nas vias aéreas;
  • avaliação de alternativas cirúrgicas em situações específicas;
  • tratamento de condições médicas relacionadas.

Isso é importante porque não existe um único tratamento correto para todas as pessoas com apneia do sono.

Como funciona o CPAP para apneia do sono?

O CPAP para apneia do sono é uma das terapias mais conhecidas para a apneia obstrutiva.

CPAP é a sigla em inglês para Continuous Positive Airway Pressure, ou pressão positiva contínua nas vias aéreas.

O equipamento fornece um fluxo de ar por meio de uma traqueia e de uma máscara. A pressão positiva ajuda a manter a via aérea aberta durante o sono, reduzindo os eventos obstrutivos enquanto o aparelho está sendo utilizado.

Um sistema de terapia normalmente envolve:

  • aparelho de pressão positiva;
  • máscara;
  • fixador da máscara;
  • traqueia ou tubo de ar;
  • filtros;
  • umidificador em determinados equipamentos ou configurações.

Se você quer entender melhor os componentes utilizados durante a terapia, consulte também nosso guia de manutenção do CPAP.

 Como o CPAP atua na apneia obstrutiva do sono com pressão positiva e aparelho real
Como o CPAP atua na apneia obstrutiva do sono com pressão positiva e aparelho real.

CPAP e APAP são a mesma coisa?

Os dois pertencem à família das terapias com pressão positiva, mas funcionam de forma diferente.

CPAP: fornece pressão positiva contínua segundo a configuração prescrita para manter as vias aéreas abertas.

APAP ou CPAP automático: é capaz de ajustar a pressão dentro de uma faixa configurada conforme identifica alterações respiratórias durante o sono.

A American Academy of Sleep Medicine reconhece tanto CPAP quanto APAP como opções de terapia contínua para adultos com apneia obstrutiva do sono, conforme avaliação clínica.

Isso não significa que o paciente deva escolher sozinho entre os equipamentos. A indicação, as configurações e o acompanhamento devem estar relacionados ao diagnóstico.

E o BiPAP?

Equipamentos biníveis trabalham com níveis diferentes de pressão durante inspiração e expiração.

Eles podem ser utilizados em situações específicas, mas não devem ser entendidos como uma versão simplesmente “melhor” ou “mais forte” de um CPAP.

A escolha entre CPAP, APAP, binível ou outras modalidades depende do distúrbio respiratório, da resposta ao tratamento e de outros fatores avaliados pelo profissional responsável.

A máscara influencia no tratamento com CPAP?

Sim. A máscara é a interface entre o sistema e o paciente, portanto precisa apresentar encaixe e vedação adequados sem comprometer o conforto.

Existem diferentes formatos, incluindo modelos nasais, faciais e do tipo pillow. O formato mais apropriado varia conforme características individuais, padrão respiratório, conforto e orientação recebida.

Para entender essas diferenças com mais profundidade, consulte nosso guia sobre máscara CPAP: tipos, tamanhos, vedação e como escolher.

O CPAP cura a apneia do sono?

O CPAP atua enquanto está sendo utilizado, mantendo a via aérea aberta por meio da pressão positiva. Por isso, em muitos casos ele é uma forma de controle da apneia obstrutiva durante o sono, e não algo que deva ser descrito genericamente como uma cura definitiva.

A necessidade de continuar, alterar ou interromper uma terapia deve ser avaliada pelo profissional responsável, especialmente quando existem mudanças importantes de peso, intervenções cirúrgicas, alterações clínicas ou novos exames.

A adaptação ao CPAP pode levar tempo?

Sim. Para algumas pessoas, dormir utilizando máscara, fluxo de ar e um equipamento novo é uma experiência que exige adaptação.

Questões como escolha da máscara, ajuste do fixador, ressecamento, umidificação, vazamento e conforto podem interferir na experiência inicial.

Por isso, acompanhamento e ajustes adequados são importantes. A própria AASM recomenda que o tratamento com PAP tenha acompanhamento após o início e durante o uso.

Também é importante manter corretamente os componentes. Veja, por exemplo, nossos conteúdos sobre quando trocar o filtro do CPAP e quando trocar a traqueia do CPAP.

Apneia do sono e qualidade do sono: qual é a relação?

A relação entre apneia do sono e qualidade do sono está principalmente na repetição dos eventos respiratórios e dos despertares associados.

Mesmo quando a pessoa permanece muitas horas na cama, interrupções frequentes podem impedir que o sono tenha a continuidade esperada. Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas relatam acordar cansadas apesar de acreditarem que “dormiram a noite toda”.

Quando existe sonolência excessiva durante o dia, a atenção também merece cuidado, especialmente em situações que exigem resposta rápida, como dirigir ou operar equipamentos.

Por que não é indicado comprar um CPAP e configurar sozinho?

Porque o aparelho faz parte de uma terapia para uma condição médica que precisa ser diagnosticada corretamente.

Antes do tratamento, é necessário saber se existe apneia, qual tipo está presente, sua gravidade e quais características precisam ser consideradas na terapia.

A AASM estabelece como boa prática que o tratamento com pressão positiva seja baseado em um diagnóstico de apneia obstrutiva estabelecido por teste objetivo.

Não ajuste pressão terapêutica por conta própria. Mudanças de configuração devem seguir a orientação do profissional responsável pela terapia e as instruções aplicáveis ao equipamento.

O que observar depois de iniciar o tratamento?

O acompanhamento não termina quando o equipamento é adquirido.

Ao longo do tratamento, podem ser avaliados pontos como:

  • adaptação à máscara;
  • conforto durante o uso;
  • vazamentos;
  • regularidade da utilização;
  • condições dos acessórios;
  • sintomas persistentes;
  • dados fornecidos pelo equipamento quando aplicável;
  • necessidade de acompanhamento profissional.

Uma máscara inadequada ou um componente danificado pode afetar a experiência com a terapia. Por isso, manutenção e adaptação fazem parte do processo.

Para limpeza, consulte como limpar o CPAP corretamente.

Quanto custa o tratamento com CPAP?

O custo pode variar porque existem diferentes aparelhos, máscaras, acessórios e configurações de terapia.

O valor do equipamento sozinho também não representa necessariamente todo o custo relacionado ao uso. Máscara, filtros, traqueia e outros componentes podem fazer parte da manutenção ao longo do tempo.

Para analisar especificamente preços de aparelhos, veja nosso conteúdo sobre preço do aparelho para apneia do sono.

Também temos um guia dedicado a quanto custa um CPAP, com os fatores que podem influenciar a comparação entre equipamentos.

Caminho da suspeita ao tratamento

1. Perceber sinais
Ronco, pausas respiratórias observadas, engasgos noturnos, sono não reparador ou sonolência podem justificar investigação.

2. Procurar avaliação
O profissional analisa sintomas, histórico e fatores relevantes.

3. Realizar exame quando indicado
O estudo do sono ajuda a confirmar ou excluir o diagnóstico e caracterizar o distúrbio.

4. Definir o tratamento
A estratégia depende do tipo e da gravidade da apneia e das características individuais.

5. Adaptar e acompanhar
Quando há indicação de PAP, máscara, configuração, conforto, adesão e acompanhamento passam a fazer parte da terapia.

6. Manter a terapia
Limpeza, substituição adequada de acessórios e acompanhamento contribuem para o uso correto do sistema.

Perguntas frequentes sobre apneia do sono

O que é apneia do sono?

É um distúrbio em que ocorrem interrupções ou reduções repetidas da respiração durante o sono. A forma obstrutiva ocorre quando há bloqueio da via aérea; a forma central envolve falhas temporárias nos sinais que controlam a respiração.

Quais são os sintomas mais comuns?

Podem incluir ronco intenso, pausas respiratórias observadas, engasgos durante a noite, sono fragmentado, cansaço e sonolência durante o dia. A presença desses sinais não substitui um diagnóstico.

Como saber se tenho apneia do sono?

O caminho adequado é procurar avaliação profissional. Quando indicado, um estudo do sono pode confirmar o diagnóstico e ajudar a identificar o tipo e a gravidade do distúrbio.

Qual exame detecta apneia do sono?

Estudos do sono, incluindo polissonografia e determinados testes domiciliares em pacientes selecionados, podem ser utilizados na investigação. A escolha depende da avaliação clínica.

Toda pessoa com apneia precisa usar CPAP?

Não necessariamente. O tratamento depende do tipo de apneia, gravidade, sintomas e características individuais. CPAP e APAP são importantes opções para a apneia obstrutiva, mas outras abordagens também podem ser consideradas.

CPAP ajuda a parar de roncar?

Em pessoas cujo ronco está relacionado à obstrução tratada pela pressão positiva, pode haver melhora durante o uso da terapia. Porém, ronco isolado não deve ser usado para diagnosticar apneia nem para definir sozinho a necessidade de CPAP.

Apneia do sono tem cura?

Isso depende da causa e do caso individual. Existem tratamentos capazes de controlar o distúrbio e situações em que fatores associados podem ser modificados. No caso do CPAP, a terapia atua mantendo a via aérea aberta enquanto está sendo utilizada.

Recebeu diagnóstico e precisa entender as opções de CPAP?

Depois da avaliação profissional e da definição da terapia, a CPAP MAP pode ajudar você a conhecer aparelhos, máscaras e acessórios compatíveis com a necessidade indicada para o tratamento.

Conhecer a CPAP MAP

Conclusão

A apneia do sono não deve ser resumida apenas a ronco. Ela envolve alterações respiratórias que acontecem repetidamente durante o sono e podem interferir na continuidade do descanso e no funcionamento durante o dia.

Reconhecer os sinais é importante, mas o passo decisivo é confirmar o diagnóstico com avaliação adequada. A partir daí, o tratamento pode ser individualizado.

Quando existe indicação de terapia com pressão positiva, CPAP ou APAP podem ajudar a manter as vias aéreas abertas durante o sono. Máscara adequada, configuração correta, adaptação, acompanhamento e manutenção do equipamento também fazem parte do processo.

Se você já utiliza CPAP, continue pelo nosso guia completo de manutenção do CPAP: limpeza, filtros, traqueia e cuidados.

Aviso: este conteúdo possui finalidade educativa e não substitui diagnóstico, prescrição, acompanhamento médico ou orientação de outro profissional habilitado. Não inicie, interrompa ou altere configurações de terapia com pressão positiva por conta própria.

Fontes consultadas

Ministério da Saúde — Síndrome de Apneia e Hipopneia Obstrutiva do Sono:
https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/obesidade-no-adulto/atencao-especializada/planejamento-terapeutico/sindrome-de-apneia-e-hipopneia-obstrutiva-do-sono

NHLBI / National Institutes of Health — Sleep Apnea:
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea

NHLBI / National Institutes of Health — Symptoms:
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea/symptoms

NHLBI / National Institutes of Health — Diagnosis:
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea/diagnosis

NHLBI / National Institutes of Health — Treatment:
https://www.nhlbi.nih.gov/health/sleep-apnea/treatment

American Academy of Sleep Medicine — PAP Therapy Guideline:
https://aasm.org/clinical-guideline-pap-therapy/

American Academy of Sleep Medicine — Clinical use of a home sleep apnea test:
https://aasm.org/advocacy/position-statements/clinical-use-of-a-home-sleep-apnea-test-an-updated-american-academy-of-sleep-medicine-position-statement/

ResMed Brasil — Diagnóstico da apneia do sono:
https://www.resmed.com.br/diagnostico-da-apneia-do-sono

Conteúdo editorial CPAP MAP
Material educativo sobre apneia do sono e terapia com pressão positiva, elaborado com base em fontes oficiais de saúde, diretrizes de medicina do sono e documentação técnica.
Equipe Editorial CPAP MAP
Conteúdo por

Equipe Editorial CPAP MAP

A Equipe Editorial CPAP MAP é responsável pela produção de conteúdos informativos do blog CPAP MAP, com foco em CPAP, BiPAP, máscaras, acessórios, manutenção de equipamentos e temas relacionados à apneia do sono. Nosso objetivo é ajudar o usuário a entender melhor as opções disponíveis, comparar produtos com mais clareza e tomar decisões de compra mais seguras. Os conteúdos têm finalidade educativa e não substituem avaliação, diagnóstico, prescrição ou acompanhamento de profissional de saúde habilitado.

Precisa comprar CPAP, máscara ou acessórios?

Acesse a loja CPAP MAP para ver kits, aparelhos CPAP, BiPAP, máscaras, filtros, traqueias e acessórios com atendimento especializado.

Aviso importante: este conteúdo é informativo e não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissional de saúde. Em caso de dúvidas sobre indicação de CPAP, BiPAP ou tratamento da apneia do sono, procure orientação profissional.